Segunda-feira, 02 de Março de 2026
Perigo: ausência de sinalização de solo no viaduto Grande São Paulo

Os motoristas que trafegam pelo viaduto Grande São Paulo, que liga a Vila Prudente ao Ipiranga, precisam redobrar a atenção. Há cerca de 20 dias as pistas foram recapeadas e desde então, as faixas de separação de pistas não foram refeitas, o que acaba confundindo os condutores e gerando situações de risco. Há 15 dias o viaduto foi palco de um acidente com vitima fatal, quando um motoqueiro, após colisão com um veículo, caiu na via e foi atropelado por um caminhão. Na ocasião o viaduto já estava sem a sinalização de solo.
“A falta das faixas nos dois sentidos do viaduto faz com que o já caótico trânsito fique ainda pior. Motoristas despreparados e sem noção de espaço, tempo e distância ficam perdidos e transformam a pista que é para circulação de quatro faixas em apenas três. Há um enorme gargalo em ambos sentidos do viaduto contribuindo ainda mais para represar o fluxo da avenida Anhaia Mello”, comenta o morador da região Nilson Coslopo, que passa frequentemente pelo trecho.
Nesta semana a reportagem da Folha circulou pelo viaduto e flagrou várias situações de perigo. Em quase todas elas, os motoristas se mostravam confusos na troca de faixas e criavam possibilidades de colisões. “Antigamente o problema era a falta de iluminação, agora é a ausência de sinalização de solo. Nunca trafegamos com segurança por aqui. É preciso organização entre o setor de pavimento e a CET. Assim que o recape é concluído, as faixas tem que ser repintadas”, critica o taxista Marcos de Oliveira.
A Folha entrou em contato com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que não encaminhou resposta até o fechamento desta edição.


